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segunda-feira, 6 de junho de 2016

13 conselhos do Papa Francisco para um bom casamento.

1. Paciência: Esta, escreveu Francisco, “não é deixar que nos maltratem permanentemente, nem tolerar agressões físicas, ou permitir que nos tratem como objetos”, mas “o amor tem sempre um sentido de profunda compaixão que leva a aceitar o outro como parte deste mundo, também quando atua de um modo diferente ao qual eu desejaria”. “O problema surge quando exigimos que as relações sejam idílicas, ou que as pessoas sejam perfeitas, ou quando nos colocamos no centro e esperamos que se cumpra unicamente a nossa vontade. Então tudo nos impacienta, tudo nos leva a reagir com agressividade”, advertiu.
  2. Atitude de serviço: O Papa destacou que em sua carta, São Paulo “quer insistir que o amor não é apenas um sentimento, mas deve ser entendido no sentido que o verbo ‘amar’ tem em hebraico: ‘fazer o bem’”. “Como dizia Santo Inácio de Loyola, ‘o amor deve ser colocado mais nas obras do que nas palavras’. Assim poderá mostrar toda a sua fecundidade, permitindo-nos experimentar a felicidade de dar, a nobreza e grandeza de doar-se super abundantemente, sem calcular nem reclamar pagamento, mas apenas pelo prazer de dar e servir”.
  3. Curando a inveja: “No amor não há lugar para sentir desgosto pelo bem de outro”, sublinhou o Papa. Ao mesmo tempo, explicou que “a inveja é uma tristeza pelo bem alheio, demostrando que não nos interessa a felicidade dos outros, porque estamos concentrados exclusivamente no nosso bem-estar”. O Santo Padre indicou que “o verdadeiro amor aprecia os sucessos alheios, não os sente como uma ameaça, libertando-se do sabor amargo da inveja. Aceita que cada um tenha dons distintos e caminhos diferentes na vida”.
  4. Sem ser arrogante nem se orgulhar: Francisco destacou que “quem ama não só evita falar muito de si mesmo, mas, porque está centrado nos outros, sabe manter-se no seu lugar sem pretender estar no centro”. “Alguns julgam-se grandes, porque sabem mais do que os outros, dedicando-se a impor-lhes exigências e a controlá-los; quando, na realidade, o que nos faz grandes é o amor que compreende, cuida, integra, está atento aos fracos”, disse. 
  5. Amabilidade: “Amar é também tornar-se amável”, precisou o Papa. E isto significa que “o amor não age rudemente, não atua de forma inconveniente, não se mostra duro no trato. Os seus modos, as suas palavras, os seus gestos são agradáveis; não são ásperos, nem rígidos. Detesta fazer sofrer os outros”.
  6. Desprendimento: Ao contrário da frase popular que diz que “para amar os outros, é preciso primeiro amar-se a si mesmo”, o Papa recordou que neste hino à caridade, São Paulo “afirma que o amor ‘não procura o seu próprio interesse’, ou ‘não procura o que é seu’”. “Deve-se evitar de dar prioridade ao amor a si mesmo, como se fosse mais nobre do que o dom de si aos outros”.
  7. Sem violência interior: O Papa encorajou na Amoris Laetitia a evitar “uma irritação recôndita que nos põe à defesa perante os outros, como se fossem inimigos molestos a evitar”. “O Evangelho convida a olhar primeiro a trave na própria vista”, acrescentou, para logo exortar: “Se tivermos de lutar contra um mal, façamo-lo; mas sempre digamos ‘não’ à violência interior”.
  8. Perdão: Francisco recomendou não deixar lugar “ao ressentimento que se aninha no coração”, mas sim trabalhar em “um perdão fundado em uma atitude positiva que procura compreender a fraqueza alheia e encontrar desculpas para a outra pessoa”. O Papa assegurou que a comunhão familiar “só pode ser conservada e aperfeiçoada com grande espírito de sacrifício. Exige, de fato, de todos e de cada um, pronta e generosa disponibilidade à compreensão, à tolerância, ao perdão, à reconciliação”. 
9. Alegrar-se com os outros: “Quando uma pessoa que ama pode fazer algo de bom pelo outro, ou quando vê que a vida está a correr bem ao outro, vive isso com alegria e, assim, dá glória a Deus”, indicou o Santo Padre. “A família deve ser sempre o lugar onde uma pessoa que consegue algo de bom na vida, sabe que ali se vão congratular com ela”.
  10. Tudo desculpa: Isto, explicou o Papa, “implica limitar o juízo, conter a inclinação para se emitir uma condenação dura e implacável: ‘Não condeneis e não sereis condenados’ (Lc 6, 37)”. “113. Os esposos, que se amam e se pertencem, falam bem um do outro, procuram mostrar mais o lado bom do cônjuge do que as suas fraquezas e erros. Em todo o caso, guardam silêncio para não danificar a sua imagem. Mas não é apenas um gesto externo, brota de uma atitude interior”. 
  11. Confia: “Não se trata apenas de não suspeitar que o outro esteja mentindo ou enganando”, explicou o Santo Padre. “Não é necessário controlar o outro, seguir minuciosamente os seus passos, para evitar que fuja dos meus braços. O amor confia, deixa em liberdade, renuncia a controlar tudo, a possuir, a dominar”, disse.
  12. Espera: Esta palavra, indicou o Papa, “indica a esperança de quem sabe que o outro pode mudar”. “Não significa que, nesta vida, tudo vai mudar; implica aceitar que nem tudo aconteça como se deseja, mas talvez Deus escreva direito por linhas tortas e saiba tirar algum bem dos males que não se conseguem vencer nesta terra”, assinalou. 
13. Tudo suporta: O Santo Padre assinalou que isto “não consiste apenas em tolerar algumas coisas molestas, mas é algo de mais amplo: uma resistência dinâmica e constante, capaz de superar qualquer desafio”. “O amor não se deixa dominar pelo ressentimento, o desprezo das pessoas, o desejo de se lamentar ou vingar de alguma coisa. O ideal cristão, nomeadamente na família, é amor que apesar de tudo não desiste”.
Fonte do texto: http://pt.aleteia.org/2016/04/20/13-conselhos-do-papa-francisco-para-um-bom-matrimonio/

7 Razões para perdoar.

1. AO PERDOAR VOCÊ ACABA COM O ESTRESSE DA OFENSA 
 Todas as vezes que você lembra da pessoa que te feriu vem aquela sensação ruim: o coração acelera e dá um nó no estômago, não é mesmo? Naturalmente seu corpo reage às emoções negativas e lembranças angustiantes. No momento em que você para de relembrar a ofensa e coloca a atenção nas coisas boas da vida passa a aproveitar melhor o presente, deixando de reviver os sofrimentos que já fazem parte do passado.
 2. AO PERDOAR VOCÊ PASSA A TER UMA VISÃO CORRETA DOS ACONTECIMENTOS
Pensa comigo: quando um amigo está irritado com alguém, ele tem a tendência de exagerar as coisas, vendo tudo pior do que é, certo? E sabe de uma coisa? Você não deve ser muito diferente quando está de cabeça quente: a raiva nos cega e triplica o impacto das ofensas. Ao praticar o perdão você para de alimentar a raiva e pode avaliar os acontecimentos com outros olhos. Difícil? Muito! Mas também é libertador. 
 3. AO PERDOAR VOCÊ DEIXA DE DAR PODER À OUTRA PESSOA
 Vamos supor que não se trate de um mal-entendido. A pessoa em questão, realmente, estava querendo fazer você se sentir mal. Então, ficar remoendo o acontecimento só vai dar a essa pessoa o poder de lhe fazer sofrer. Será que é isso que você quer? E, não seria exatamente isso que essa outra pessoa quer? Precisamos ser mais cuidadosos para não sermos atingidos. É necessário proteger nossos sentimentos. Quando uma pessoa tenta ofender alguém e não consegue ela fracassa. Além de ter que conviver com seus próprios problemas e com sua infelicidade, não vai conseguir transmitir nada disso para você. 
 4. AO PERDOAR VOCÊ PODE SE AFASTAR EMOCIONALMENTE DE QUEM É TÓXICO 
 Se a pessoa que te ofendeu é amarga, o tipo de pessoa tóxica, mais razões para você não alimentar pensamentos relacionados com essa pessoa. O melhor é se libertar da raiva que acaba te mantendo ligado a quem você não quer. 
 5. AO PERDOAR VOCÊ PODE CONVIVER MELHOR COM QUEM VALE A PENA 
 Mas, e quando quem te magoou é alguém importante na sua vida? Aí é bom lembrar que todos nós, mesmo sem querer, já machucamos alguém. Às vezes em uma discussão acalorada, com um comentário impensado ou uma piadinha fora de hora…a verdade é que todos já passamos por isso. Então, de mãos dadas com o pensamento de que ninguém é perfeito, pergunto: será que vale a pena perder o convívio com alguém importante por causa de um momento infeliz? Pessoas boas e que se preocupam verdadeiramente com a gente são poucas. Por isso não podemos ser intolerantes. Quem a gente ama deve estar acima do nosso orgulho. Troque a raiva pelo diálogo e tente entender os motivos dos outros. Dessa forma você sempre estará cercado de pessoas especiais!
 6. AO PERDOAR VOCÊ DEIXA DE SE CONCENTRAR EM SUAS MÁGOAS 
 Focando na dor deixamos de prestar a atenção no que vale a pena. Se você quer que aconteçam coisas boas na sua vida precisa olhar com mais otimismo para o agora. Alegre-se com quem te estendeu a mão hoje, perdoe e esqueça quem te negou ajuda ontem. A importância que você dá aos acontecimentos define o que será importante na sua vida. Então, chega de supervalorizar as ofensas! 7. AO PERDOAR VOCÊ ESTA CAUSANDO UM BEM PARA SI MESMO
 E o mais importante: você vai se sentir muito bem, garantido! Perdoar é mesmo muito difícil mas, também é uma das atitudes mais bonitas e inteligentes que o ser humano pode praticar. O perdão traz uma sensação gostosa de tranquilidade e auto controle. Alimentar o rancor e praticar a vingança só vai atrair inimigos e atrasar a sua vida. Valorize seu tempo: coloque o coração no que te faz feliz! Perdoe a pessoa que te ofendeu e ignore a ofensa.
Fonte deste texto: http://pt.aleteia.org/2016/06/01/7-razoes-para-perdoar/