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sábado, 10 de março de 2018

"Há pessoas que vivem morrendo e outras que morrem vivendo."



O que pretendo dizer com isso? 
Gostaria de iniciar esse post lembrando-os que problemas todos nós temos, maiores, menores, mais fáceis, mais complicados de resolver, mas todos temos. Muitas vezes o que difere uma pessoa da outra é simplesmente a maneira como encara isso e como procura resolver. 
Tenho um grande defeito, eu geralmente, meio que automaticamente e por autodefesa, me afasto de pessoas que reclamam de tudo, entendam, eu sou uma boa ouvinte e procuro acolher quem precisa, mas quando digo que me afasto de pessoas que reclamam demais é porque há uma diferença em estar de fato precisando de ajuda ou simplesmente colocar-se propositalmente nessa situação até mesmo para chamar atenção e as reclamações rotineiras sinceramente me fazem mal. 
Certa vez ouvi de uma pessoa que a murmuração é um louvor a satanás, fato! e também penso assim, pois até na palavra de Deus nos diz: Em tudo dai graças ao Senhor.
Olhem em seu entorno e muito provavelmente em algum momento deparou-se com uma pessoa negativa, murmuradora, mal humorada, que gasta muito do seu precioso tempo para se lamentar,  comporta-se como se fosse a unica pessoa do mundo a passar por dificuldade, levantando uma bandeira de "olhem como sofro", "tenham dó de mim", etc. Infelizmente assim como alguém que pisa fortemente numa lama e respinga em quem está em sua volta, uma pessoa negativa, acaba nos deixando pra baixo com tantos queixumes. Estas são as que vivem morrendo. Imagina conviver com alguém assim debaixo do mesmo teto, esposa, esposo, filhos, pais... não é tarefa fácil e pode atrapalhar muito a convivência.
Mais uma vez os convido a olhar em seu entorno e lembrar de alguma vez que tenha visto alguém que embora com um câncer terminal, alguma perca familiar, situação de extrema miséria, entre outros tantos motivos para desesperar-se, permanecia de forma serena e mesmo que humanamente seria compreensível algum lamento, permanecia com fé. Esses são os que morrem vivendo.
Costumo ser uma pessoa muito grata e creio que isso seja uma das coisas que me ajudam a ver a luz quando tudo se torna cinza, as vezes nos meus afazeres domésticos, em meu trabalho, correndo, me pego agradecendo a Deus por estar ali naquele lugar, pela maneira como me fez, pela família que me deu e tantas outras coisas. Parece que não tenho problemas e por isso minha vida está parecendo fácil, um conto de fadas? Nunca creia que por detrás de um sorriso exista uma dor menor que a sua  e lembre-se dessa frase :
Diário de Santa Faustina, 1578 – Quanto mais a alma confiar, tanto mais receberá.

E eu confio, confio que Deus tem um plano de amor, alegria e paz. 
Confiei mesmo quando perdi meus pais e meu irmão de forma tão repentina e seguida. Confiei quando as portas se fecharam, quando as dores e transtornos vieram, tantas coisas que seria difícil enumerar aqui e nem é minha intenção. O fato é que  sempre confiei e confiarei. Louvado seja amado Pai Celestial, o que fazes eu amo.

Resultado de imagem para NÃO SE LAMENTAR



segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

" Quem canta reza duas vezes".

''Quem canta reza duas vezes''.  Santo Agostinho.



O canto e a música litúrgica favorecem e aprofundam a comunhão com Deus e com a comunidade. Para que isso aconteça, há critérios que devem ser respeitados: a fundamentação bíblica; a conformidade dos textos com a doutrina católica; sua origem preferencial nas fontes litúrgicas; a qualidade da harmonia; a beleza e a profundidade da oração da igreja; a possibilidade da participação da assembléia; a riqueza da expressão cultural do povo de Deus e o caráter sagrado e solene da celebração.

Segundo o catecismo da igreja católica 1156 - A tradição musical da Igreja universal constitui um tesouro de valor inestimável que se destaca entre as demais expressões de arte, principalmente porque o canto sacro, ligado às palavras, é parte necessária ou integrante da liturgia solene.
Percebendo a importância da música em consonância com a liturgia surge uma dúvida, podemos cantar músicas protestantes em nossa comunidade, nos grupos e na Santa Missa?
Este texto não tem a intenção de ofender, apenas acredito que a informação nos dá uma autonomia para fazer boas escolhas.

Segue na íntegra a postagem de padre Joãozinho de agosto de 2009:
Quero recorrer a uma frase de Dom Estevão Bettencourt, o mesmo que padre Joãozinho já citou em seu blog.
1) “Pois bem, os protestantes têm seus cantos religiosos, cuja letra exprime a fé protestante. O católico que utiliza esses cânticos, não pode deixar de assimilar aos poucos a mentalidade protestante; esta é, em certos casos, mais subjetiva e sentimental do que a católica.
2) Os cantos protestantes ignoram verdades centrais do Cristianismo: A Eucaristia, a comunhão dos santos, a Igreja Mãe e Mestra… Esses temas não podem faltar numa autêntica espiritualidade cristã.
3) Deve-se estimular a produção de cânticos com base na doutrina da fé.” (Dom Estevão Tavares Bettencourt, OSB- Pergunte e Responderemos n. 516)” Outra frase: “Lex orandi lex credendi” (Nós oramos de acordo com aquilo que cremos).
Pontos importantes: 
O canto exprime a fé religiosa. Nossa fé, por mais que tenham pontos que se encontrem com a fé protestante, não é a mesma. Não podemos sair por aí dizendo que, por acreditarmos em Deus, expressamos a mesma fé ou o que importa é acreditar em Deus e tudo bem. Existem diferenças muito importantes.
No item dois, ele diz que o canto protestante ignora verdades centrais do Cristianismo: Eucarística, comunhão dos santos, dogmas etc. Tal música parece que foi feita para a Eucaristia, mas não foi; outra música parece que foi feita para a Missa, mas não foi. Porque eles não acreditam nessas verdades; então, se você não acredita no que canta, deixa de ser verdadeiro na sua canção.
Há uns 40 anos a igreja tinha poucos músicos  católicos, poucos compositores,algumas músicas protestantes acabaram popularizando tanto no meio católico que nem mesmo sabemos que são protestantes, músicas que, de alguma forma, ofenderam ou ofendem nossa fé. Hoje é diferente,  são inúmeros cantores católicos, inúmeras composições que de fato nos faz rezar (cantar) a nossa fé. 
Ressaltando a última frase “1158 – Todavia, os textos destinados ao canto sacro hão de ser conformes à Doutrina Católica, sendo até tirados de preferência das Sagradas Escrituras e das fontes litúrgicas”. 
Espero ter contribuído e sem ofender. 
Paz e bem!
 Imagem relacionada
      Fontes: 
Catecismo da Igreja Católica 
https://musica.cancaonova.com/formacao-para-musicos/musica-protestante-nos-encontros-catolicos-sim-ou-nao/

segunda-feira, 6 de junho de 2016

13 conselhos do Papa Francisco para um bom casamento.

1. Paciência: Esta, escreveu Francisco, “não é deixar que nos maltratem permanentemente, nem tolerar agressões físicas, ou permitir que nos tratem como objetos”, mas “o amor tem sempre um sentido de profunda compaixão que leva a aceitar o outro como parte deste mundo, também quando atua de um modo diferente ao qual eu desejaria”. “O problema surge quando exigimos que as relações sejam idílicas, ou que as pessoas sejam perfeitas, ou quando nos colocamos no centro e esperamos que se cumpra unicamente a nossa vontade. Então tudo nos impacienta, tudo nos leva a reagir com agressividade”, advertiu.
  2. Atitude de serviço: O Papa destacou que em sua carta, São Paulo “quer insistir que o amor não é apenas um sentimento, mas deve ser entendido no sentido que o verbo ‘amar’ tem em hebraico: ‘fazer o bem’”. “Como dizia Santo Inácio de Loyola, ‘o amor deve ser colocado mais nas obras do que nas palavras’. Assim poderá mostrar toda a sua fecundidade, permitindo-nos experimentar a felicidade de dar, a nobreza e grandeza de doar-se super abundantemente, sem calcular nem reclamar pagamento, mas apenas pelo prazer de dar e servir”.
  3. Curando a inveja: “No amor não há lugar para sentir desgosto pelo bem de outro”, sublinhou o Papa. Ao mesmo tempo, explicou que “a inveja é uma tristeza pelo bem alheio, demostrando que não nos interessa a felicidade dos outros, porque estamos concentrados exclusivamente no nosso bem-estar”. O Santo Padre indicou que “o verdadeiro amor aprecia os sucessos alheios, não os sente como uma ameaça, libertando-se do sabor amargo da inveja. Aceita que cada um tenha dons distintos e caminhos diferentes na vida”.
  4. Sem ser arrogante nem se orgulhar: Francisco destacou que “quem ama não só evita falar muito de si mesmo, mas, porque está centrado nos outros, sabe manter-se no seu lugar sem pretender estar no centro”. “Alguns julgam-se grandes, porque sabem mais do que os outros, dedicando-se a impor-lhes exigências e a controlá-los; quando, na realidade, o que nos faz grandes é o amor que compreende, cuida, integra, está atento aos fracos”, disse. 
  5. Amabilidade: “Amar é também tornar-se amável”, precisou o Papa. E isto significa que “o amor não age rudemente, não atua de forma inconveniente, não se mostra duro no trato. Os seus modos, as suas palavras, os seus gestos são agradáveis; não são ásperos, nem rígidos. Detesta fazer sofrer os outros”.
  6. Desprendimento: Ao contrário da frase popular que diz que “para amar os outros, é preciso primeiro amar-se a si mesmo”, o Papa recordou que neste hino à caridade, São Paulo “afirma que o amor ‘não procura o seu próprio interesse’, ou ‘não procura o que é seu’”. “Deve-se evitar de dar prioridade ao amor a si mesmo, como se fosse mais nobre do que o dom de si aos outros”.
  7. Sem violência interior: O Papa encorajou na Amoris Laetitia a evitar “uma irritação recôndita que nos põe à defesa perante os outros, como se fossem inimigos molestos a evitar”. “O Evangelho convida a olhar primeiro a trave na própria vista”, acrescentou, para logo exortar: “Se tivermos de lutar contra um mal, façamo-lo; mas sempre digamos ‘não’ à violência interior”.
  8. Perdão: Francisco recomendou não deixar lugar “ao ressentimento que se aninha no coração”, mas sim trabalhar em “um perdão fundado em uma atitude positiva que procura compreender a fraqueza alheia e encontrar desculpas para a outra pessoa”. O Papa assegurou que a comunhão familiar “só pode ser conservada e aperfeiçoada com grande espírito de sacrifício. Exige, de fato, de todos e de cada um, pronta e generosa disponibilidade à compreensão, à tolerância, ao perdão, à reconciliação”. 
9. Alegrar-se com os outros: “Quando uma pessoa que ama pode fazer algo de bom pelo outro, ou quando vê que a vida está a correr bem ao outro, vive isso com alegria e, assim, dá glória a Deus”, indicou o Santo Padre. “A família deve ser sempre o lugar onde uma pessoa que consegue algo de bom na vida, sabe que ali se vão congratular com ela”.
  10. Tudo desculpa: Isto, explicou o Papa, “implica limitar o juízo, conter a inclinação para se emitir uma condenação dura e implacável: ‘Não condeneis e não sereis condenados’ (Lc 6, 37)”. “113. Os esposos, que se amam e se pertencem, falam bem um do outro, procuram mostrar mais o lado bom do cônjuge do que as suas fraquezas e erros. Em todo o caso, guardam silêncio para não danificar a sua imagem. Mas não é apenas um gesto externo, brota de uma atitude interior”. 
  11. Confia: “Não se trata apenas de não suspeitar que o outro esteja mentindo ou enganando”, explicou o Santo Padre. “Não é necessário controlar o outro, seguir minuciosamente os seus passos, para evitar que fuja dos meus braços. O amor confia, deixa em liberdade, renuncia a controlar tudo, a possuir, a dominar”, disse.
  12. Espera: Esta palavra, indicou o Papa, “indica a esperança de quem sabe que o outro pode mudar”. “Não significa que, nesta vida, tudo vai mudar; implica aceitar que nem tudo aconteça como se deseja, mas talvez Deus escreva direito por linhas tortas e saiba tirar algum bem dos males que não se conseguem vencer nesta terra”, assinalou. 
13. Tudo suporta: O Santo Padre assinalou que isto “não consiste apenas em tolerar algumas coisas molestas, mas é algo de mais amplo: uma resistência dinâmica e constante, capaz de superar qualquer desafio”. “O amor não se deixa dominar pelo ressentimento, o desprezo das pessoas, o desejo de se lamentar ou vingar de alguma coisa. O ideal cristão, nomeadamente na família, é amor que apesar de tudo não desiste”.
Fonte do texto: http://pt.aleteia.org/2016/04/20/13-conselhos-do-papa-francisco-para-um-bom-matrimonio/

7 Razões para perdoar.

1. AO PERDOAR VOCÊ ACABA COM O ESTRESSE DA OFENSA 
 Todas as vezes que você lembra da pessoa que te feriu vem aquela sensação ruim: o coração acelera e dá um nó no estômago, não é mesmo? Naturalmente seu corpo reage às emoções negativas e lembranças angustiantes. No momento em que você para de relembrar a ofensa e coloca a atenção nas coisas boas da vida passa a aproveitar melhor o presente, deixando de reviver os sofrimentos que já fazem parte do passado.
 2. AO PERDOAR VOCÊ PASSA A TER UMA VISÃO CORRETA DOS ACONTECIMENTOS
Pensa comigo: quando um amigo está irritado com alguém, ele tem a tendência de exagerar as coisas, vendo tudo pior do que é, certo? E sabe de uma coisa? Você não deve ser muito diferente quando está de cabeça quente: a raiva nos cega e triplica o impacto das ofensas. Ao praticar o perdão você para de alimentar a raiva e pode avaliar os acontecimentos com outros olhos. Difícil? Muito! Mas também é libertador. 
 3. AO PERDOAR VOCÊ DEIXA DE DAR PODER À OUTRA PESSOA
 Vamos supor que não se trate de um mal-entendido. A pessoa em questão, realmente, estava querendo fazer você se sentir mal. Então, ficar remoendo o acontecimento só vai dar a essa pessoa o poder de lhe fazer sofrer. Será que é isso que você quer? E, não seria exatamente isso que essa outra pessoa quer? Precisamos ser mais cuidadosos para não sermos atingidos. É necessário proteger nossos sentimentos. Quando uma pessoa tenta ofender alguém e não consegue ela fracassa. Além de ter que conviver com seus próprios problemas e com sua infelicidade, não vai conseguir transmitir nada disso para você. 
 4. AO PERDOAR VOCÊ PODE SE AFASTAR EMOCIONALMENTE DE QUEM É TÓXICO 
 Se a pessoa que te ofendeu é amarga, o tipo de pessoa tóxica, mais razões para você não alimentar pensamentos relacionados com essa pessoa. O melhor é se libertar da raiva que acaba te mantendo ligado a quem você não quer. 
 5. AO PERDOAR VOCÊ PODE CONVIVER MELHOR COM QUEM VALE A PENA 
 Mas, e quando quem te magoou é alguém importante na sua vida? Aí é bom lembrar que todos nós, mesmo sem querer, já machucamos alguém. Às vezes em uma discussão acalorada, com um comentário impensado ou uma piadinha fora de hora…a verdade é que todos já passamos por isso. Então, de mãos dadas com o pensamento de que ninguém é perfeito, pergunto: será que vale a pena perder o convívio com alguém importante por causa de um momento infeliz? Pessoas boas e que se preocupam verdadeiramente com a gente são poucas. Por isso não podemos ser intolerantes. Quem a gente ama deve estar acima do nosso orgulho. Troque a raiva pelo diálogo e tente entender os motivos dos outros. Dessa forma você sempre estará cercado de pessoas especiais!
 6. AO PERDOAR VOCÊ DEIXA DE SE CONCENTRAR EM SUAS MÁGOAS 
 Focando na dor deixamos de prestar a atenção no que vale a pena. Se você quer que aconteçam coisas boas na sua vida precisa olhar com mais otimismo para o agora. Alegre-se com quem te estendeu a mão hoje, perdoe e esqueça quem te negou ajuda ontem. A importância que você dá aos acontecimentos define o que será importante na sua vida. Então, chega de supervalorizar as ofensas! 7. AO PERDOAR VOCÊ ESTA CAUSANDO UM BEM PARA SI MESMO
 E o mais importante: você vai se sentir muito bem, garantido! Perdoar é mesmo muito difícil mas, também é uma das atitudes mais bonitas e inteligentes que o ser humano pode praticar. O perdão traz uma sensação gostosa de tranquilidade e auto controle. Alimentar o rancor e praticar a vingança só vai atrair inimigos e atrasar a sua vida. Valorize seu tempo: coloque o coração no que te faz feliz! Perdoe a pessoa que te ofendeu e ignore a ofensa.
Fonte deste texto: http://pt.aleteia.org/2016/06/01/7-razoes-para-perdoar/

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Mulheres são como maçãs...

Mulheres são como maçãs ( Machado de Assis)


"As melhores mulheres pertencem aos homens mais atrevidos.
Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo... Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir. 
Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados... Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar, aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore."


A palavra de Deus vem nos dizer: Uma mulher virtuosa, quem pode encontrá-la? Superior ao das pérolas é o seu valor. Confia nela o coração de seu marido, e jamais lhe faltará coisa alguma.Ela lhe proporciona o bem, nunca o mal em todos os dias de sua vida.
Provérbios 31 ,10-12.
Não é tarefa fácil encontrar essa mulher, tão pouco é simples ser esta mulher ou muitas vezes somos essa mulher no entanto o namorado, esposo todavia não se deu conta e isso fere e desanima. E então, devemos deixar de ser-lo? Não! Seja o melhor que puder, fará bem em primeiro lugar a você mesma. 
Cuide de si, do seu amor, da sua casa...que seu lar seja um lugar de aconchego e paz. Tenha flores, uma casa cheirosa, todos os dias convide o Espirito Santo para habitar sua casa e seu interior e mantenha as duas casas limpas e arrumadas. 
Nem sempre o esposo ou a esposa é gentil, conseguiu pegar a maçã do topo, mas levantou a bandeira do já ganhou e acha que não é preciso  fazer mais nada. Neste caso podemos lembrar do velho exemplo do jardim que precisa ser cuidado todos os dias. 
É assim a vida real, nem sempre se parece as cenas dos filmes e romances, mas acredite, vale a pena se esforçar, procure viver bem e fazer o melhor, sabe porque? Esposos, esposas... O casamento não é eterno, é só até que a morte os separe. Aproveitem a companhia um do outro. 

" Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz." Madre Teresa de Calcutá.



Viva com amor, pois com remorsos deve doer demais.
Homens e mulheres de Deus, merecem as maçãs do topo, vale a pena se valorizar, esperar, cuidar.
A Benção de Deus e de Nossa Senhora!



segunda-feira, 23 de maio de 2016

Modéstia no vestir...

Modéstia, está fora de moda? Não deveria!

A modéstia está no falar, pensar, agir, vestir-se. E é no vestir-se que iremos nos ater hoje.
Vestir-se com modéstia e pudor é uma atitude de caridade para com o próximo, é uma atitude de respeito para consigo e para a alma do outro.
Assim diz o catecismo da igreja católica (2284): O escândalo é a atitude ou o comportamento que leva outrem a praticar o mal. Aquele que escandaliza torna-se tentador do próximo. Atenta contra a virtude e a retidão; pode arrastar seu irmão à morte espiritual. O escândalo constitui uma falta grave se, por ação ou omissão, conduzir deliberadamente o outro a uma falta grave.

Infelizmente a cada dia que passa com tantos modismos há muitas contradições: as saias estão mais justas e curtas ou compridas e transparentes com fendas gigantescas , as blusas mais decotadas e a peça curinga é a calça apertada e cós baixo que não ficam bonitas como muitas creem e ainda realça o que não esta muito bom... enfim, não é preciso falar muito, basta olhar ao redor e inclusive nas igrejas, o que é lamentável pois dentro ou fora da igreja é preciso termos respeito com o templo do Espirito Santo que somos nós e evitar levar o irmão a pecar.
Vale a pena recomeçar e ir mudando tudo que desagrada ao Pai Celestial. É comum ouvir que Deus não olha suas vestes, isso é desculpa para continuar no erro, é um erro de interpretação também, roupas simples ou velhas tudo bem, agora indecentes aí não né irmãos. 
Olhem que peças lindas e como valorizam a mulher.








Não importa a idade, estrutura corporal, como podem ver... Para as que acreditam que saias e vestidos só ficam bem em mulheres magras já viram que não, é apenas uma questão de costume. Se não encontrarem em lojas, divirta-se em uma loja de tecidos, encontre uma boa costureira e vá por aí, encantar por onde passarem como filhas do Rei.
A paz e o amor de Jesus e Maria!

domingo, 22 de maio de 2016

Cena linda do filme Diário de uma paixão/ Cânticos



O amor verdadeiro não se perde  no tempo, não diminui com a distância, encontra meios de sobreviver...
Vamos conhecer nesse post algumas características do livro mais romântico da Palavra de Deus Pai,(Cânticos) Onde o livro fala de forma linda sobre o saber esperar ...Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o meu amor até que queira. (2:7)
Fala também que o amor é exclusivo em três momentos:
O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios. (2:16)
Eu sou do meu amado e o meu amado é meu; ele pastoreia entre os lírios. (6:3)
Eu sou do meu amado, e ele tem saudades de mim. (7:10)
Que lindo isso, os convido a ler todo esse livro, assim como os demais. Precisamos buscar respostas, consolo, instrução no livro sagrado,  para nos fortalecer, guiar, pois o mundo nos prega imediatismo. paixões doentias e o amor verdadeiro é paciente como nos fala em 1 Coríntios 13. Esse amor precoce, afoito encaminha para um relacionamento imaturo, egoísta, onde muitas vezes principalmente as moças são induzidas a "se entregar" por receio de perder o amado.
Passado o momento das palpitações do inicio do relacionamento vem a calmaria. Muitos irão começar a chamar de rotina, é possível viver a rotina mantendo o amor, a vontade de estar juntos. Porque não importa com quem seja, as "palpitações" passarão mesmo, a rotina de ter a pessoa que ama consigo é boa, não há mar de rosas, o que deve existir é compreensão.
Não tenho receitas, pois cada relacionamento tem a sua história, busque estar em comunhão com o Doce Hospede da alma e Ele certamente vos dirá.
Viva a espera de Deus, a exclusividade no amor!
A benção de Deus e de Nossa Senhora sobre cada um de nós.